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terça-feira, 9 de agosto de 2011

[Reviews] Rookie Blue 2x07: The One That Got Away


Aposto que o sofá do Sam é mais macio que o da Traci.


        Diferente do episodio da semana passada, “the one that got away” foi bem mais movimentado. A começar pelo caso bem interessante que envolveu todo o departamento. E ainda temos a vida pessoal de todos em evidencia pra apimentar mais essa temporada.
        Andy tenta lidar e disfarçar sobre a traição de Luke. Ela está bem arrasada, mas não dá sinais de que irá perdoar o loiro. E por falar nisso o Luke esteve brilhante nesse episodio. Ah tudo bem, brilhante é meio exagerado, mas ele agiu nesse episodio como ele nunca agiu em nenhum. Vai ver que o moço resolveu meter a cara no trabalho pra esquecer o “beijo me liga” da Andy, e caprichou no serviço. Até salvar a Andy ele salvou, e se ele estava esperando um “obrigado” mais carinhoso dela, ele ficou só na saudade. Andy preferiu o sofá duro da casa da Traci à volta para a casa do Luke. Espero que continue assim. Pois o Luke já provou que não a merece.


        Interessante foi ela tentar esconder o que aconteceu de todos. Dizendo a todos que estava dando um tempo na sua relação com o Luke. Mas na verdade todos sabiam o que havia acontecido. E o Sam não conseguiu segurar a onda e explodiu em indignação pela Andy ficar mentindo na cara dele sobre o que havia acontecido. Tá certo que ele não precisa ficar se metendo na vida dela, mas ele se preocupa com ela e só quer ajudar, e ela idiota não vê isso. Que ódio!
        Jo meio que ficou cantando vitoria ao descobrir que Andy havia abandonado Luke. Ela até roubou um beijo do loiro pra comemorar. Nossa ela é tão vadia que eu estou começando a gostar dela, OMG! Kkkk.


        Basicamente o episodio girou em torno do término do noivado de Andy e Luke. Antes de encerrar as “Queens of the lab” iniciaram uma campanha e eu meio que comecei a review desmonstrando o quando estou dentro dessa ação. Campanha: “ANDY, SOFÁ DO SAM!”. (Parabéns meninas por mais uma diabólica legenda).
        Até a próxima!

[Reviews] Covert Affairs 2x09: Sad Professor



No episódio dessa semana, Annie descobre que seu mentor em Georgetown foi morto e (choque) era na verdade, um agente da CIA espionando uma cédula de espiões do Paquistão.


O episódio em si foi bom pois mostrou um caso que tinha tudo a ver com o que Annie está passando. Além de descobrir que seu professor era da CIA, foi o próprio que a indicou para a agência. Mesmo assim, ele disse para ela nunca se tornar uma espiã, e com o passar do episodio, Annie percebeu que ele não queria que levasse uma vida dupla, mentindo para todos que ama todo dia.

Foi simples como a situação foi resolvida, era só achar o pontinho lá e pronto. Porém, para chegar lá, Annie teve que lidar com várias inseguranças que já existiam e agora parecem explodir. Foi bom que, dessa vez, ela percebeu mesmo que precisa contar sobre seu trabalho para Danielle e demorar só piora.

Os roteiristas tentaram colocar a culpa de toda a situação pra cima da mulher, Safia. Mas estava na cara que aquela árabe não sabia de nada. Foi bastante previsível onde o pontinho estaria e o caso não foi muito bem trabalhado, mas tirando isso, foi uma boa tentativa de espionagem.

Arthur ficou extremamente ocupado no episódio tentando participar da operação. Joan percebeu que, na verdade, ele estava com medo pois poderia ter acontecido com ele. Não senti muita simpatia pelo personagem, pois não houve tempo suficiente, em episódios anteriores, para lidarem com essa insegurança. Então, pareceu mais um enchimento de linguiça, algo que Ben sabe fazer muito bem, com aquele shalong dele.

Danielle, tadinha... está desesperada para descobrir por que o trabalho de Annie é tão exaustivo e ver ela aparecendo mais na série foi ótimo. A personagem traz um alívio cômico para a série e ainda é uma personagem simpatizante. Enquanto Annie está viajando igual Julia Roberts em "Eat Pray Love" e acabando com todos, Danielle fica em casa angustiada e ainda nem consegue almoçar com a própria irmã. Não sei como ela irá lidar com a descoberta, mas eu espero que demore menos de 6 meses para falar com Annie novamente.

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[Reviews] Drop Dead Diva 3x06: Closure




O episódio foi chamado encerramento e realmente, tivemos um monte disso.


Nessa semana, Jane foi emprestada para a promotoria para lidar com um caso de 8 anos que a mesma fez parte, mas nunca foi encerrado. Kim entra em um briga com Stacy por causa de seu blog e Parker fica correndo pra lá e prá cá tentando fazer Kim voltar para ele.

Devo comentar que Parker está me irritando profundamente. Além de fingir que trabalha naquela firma, fica causando entre Kim e seu novo affair. Claro, foi ótimo que ele descobriu que ele era casado e que na verdade ele estava usando isso em seu próprio fazer, para tentar fazer Kim voltar a fornicar com o altão. O Parker é muito desesperado em conseguir a loira de volta e estou até com medo dele tentar algo mais radical, como aparecer na casa dela coberto de chantilly ou algo do tipo. Felizmente, ele finalmente chegou na conclusão, que coito entre eles está fora de cogitação.

Enquanto isso, o caso da Stacy foi um pouco desnecessário. Aparentemente, ela é um sucesso na internet com o blog dela mas em 3 anos a série nunca quis falar sobre isso. Pior ainda é a companhia que manda os 'presentes' achar que caso eles fizessem ela excluir o blog, pessoas não ficariam revoltadas. Usar o cerébro as vezes é uma boa idéia, sabe?

O caso de Jane estava indo muito bem até as reviravoltas sobre o assassinato da menina ofuscarem o verdadeiro assassino. Seria bem mais divertido e interessante se o amigo dela de fato tivesse feito, principalmente por ele ser um alcoolátra que não lembra nada durante as chapações dele. Porém, caso fosse assim, o velho amor de Jane na promotoria não seria uma péssima pessoa, já que ele sabia quem era o assassino e foi negligente em relação a isso.

Houve muitos fechamentos nesse episódio: o caso foi encerrado, Kim terminou seu relacionamento com o moço casado, Jane falou para Alan que nunca iria acontecer mais nada entre eles, Parker aceitou, FINALMENTE, que ele não tem mais chances com Kim e Grayson está dando pequenos passos para tentar superar Vanessa. Maldade no final do episódio com Stacy fazendo Grayson pensar em Deb quando estava prestes a penetrar outra pessoa.

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[Reviews] True Blood 4x07: Cold Grey Light of Dawn



O inferno espanhol chegou em True Blood.

Finalmente! Demorou 7 episódios, mas True Blood finalmente mostrou o que essa temporada tem de melhor: e não, não é a incansável sede de sexo de Alcide e Eric e sim, a MARNONIA.

Fiquei extremamente feliz em descobrir que eles iriam seguir mais os livros novamente, trazendo as bruxas como destaque na quarta temporada. Fadas? Quem se importa, certo? Principalmente depois daquele momento vergonha alheira no começo da temporada.

MARNONIA finalmente consegue escapar da cela e mostra seu poder. Tara, depois de quase ser morta por Pam-foda, termina tudo com a namorada e junta forças com a espanhola. Enquanto isso, Jason, Alcide, Sookie tem que lidar com seus sentimentos ou tesão envolvendo seus respectivos affairs (para Jason, quase-affair). Não deu para não rir quando Jason tratou o assunto de sua transformação como se fosse algo banal: 'ah, passou a lua, então não foi'.

Começo falando que, tirando as cenas perfeitas de Alcide shirtless, não há mais nada que ele está fazendo na série. Apareceu pouco (mas apareceu MUITO bem), sentiu o clima tenso na penetração entre Eric e Sookie e ainda teve que lidar com uma Deb ciumenta. Obviamente, eles serão necessários nessa guerra que está por vir, mas tirando isso, só estão aumentando a cota de promiscuidade da série. Outros que não conseguem mais parar com o coito são Eric e Sookie. Não estando felizes em fornicarem na graminha, foram direto quase quebrando a casa para mais ação hardcore. Devo dizer, já sabia que Eric tinha um shalong enorme, mas agora sei também que ele é insaciável.

Jesus e Lafayette possuem histórias MUITO interessantes. Porém, concordo com o chocolate: se era para mostrar alguma coisa para ele, o vovô podia logo só falar, não precisava matar uma cobra e ser possuido. Não vou reclamar tanto dos dois, pois percebi que Jesus possui os olhos verdes mais lindos que eu já vi. Porém, Jesus chegou na conclusão mais óbvia do mundo: Laf é MÉDIUM. Jura? Além disso, ele trouxe a cota de comédia da série ao ver a outra chocolate cantando para o bebe 'dela'. Fiquei bem mais interessado no plot de Arlene do que nunca. Porém, isso ainda não explica o motivo de nennhum daqueles outros eventos que aconteceram na casa.

Sam finalmente colocou Tommy para fora, após descobrir que o mesmo havia trepado com a índigena. Andy teve um encontro com a loira-velha, mas jura que eles ainda estão tentando fazer o plot do vício de Andy acontecer? Acho que deviam ter dado um fim nessa história faz muito tempo.

Até esse episódio, os roteiristas estavam preparando o terreno das Bruxas de Salem, mas agora, elas vieram com tudo, mostrando que até uma velha consegue voar. Será interessante ver como ficará o relacionamento de Sookie e Tara, já que agora as duas estão obviamente em lados opostos nessa bagaça toda.

E ah, aqueles minutos finais. O clima foi tenso, com todos os vampiros se acorrentando com prata para não encontrarem o sol. Foi ótimo ver a loirinha berrando igual uma louca, pois estava em cima de um puto vibrador que continha Pam dentro. Sookie ficou tentando confortar Eric que depois daquilo eles iriam continuar a penetração e Bill ficou conversando com sua filha, Jessica. Foi legal que Bill virou um pouco 'humano' nesse episódio, tentando ao máximo não lutar contra a bruxa, sendo pacífico. O cliffhanger foi legal, mas acho que todos sabem que Jason corre muito rápido, já que foi um quarterback no colegial. Então acho que não vai vingar, certo? Mesmo assim, estou com medo de que aconteça algo com Jess.

P.S.1: De onde aquelas pessoas surgiram no começo do episódio? E além de tudo, ficaram chamando Pam de zumbi. Claro, ela parecia um, mas isso deve ter acabado com a autoestima da vadia.

P.S.2: A mãe de Hoyt causando no final do episódio com aquele comentário de que sabia que a vizinha era uma vampira. Tudo bem que ela viu a outra pegando fogo e nem se abalou com isso. Quero ela na guerra também! Daria uma ótima Hitler.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

[Reviews] The Big C 2x06: The Little C


Em vez de ‘chatos’ porque a prostituta não passou AIDS pro Adam? É porque só assim ele ia se enxergar e perceber que é um tremendo de um idiota.


        “The Little C” foi mais um excelente episódio. Cathy virou treinadora do time de natação, Paul fez seu superior mijar nas calças e o Adam compartilhou sua coceira nas regiões baixas com toda família.
        Pois bem, Cathy virou técnica do time de natação e como nem tudo são flores. Ela teve de lidar com os pais de suas alunas. Principalmente com o de uma em especial, que era muito mandão e exigente. Cathy teve de lidar com esses problemas logo no primeiro dia de aula e não demorou muito até que ela crescesse pra cima dos pais, gerando assim, digamos que uma rebelião dos pais que exigiram que Cathy fosse demitida, pois não tem condições suficientes para ser uma treinadora e ainda estava com ‘chatos’. Ou seja, ela tinha câncer e ainda estava com ‘chatos’. Mas como Cathy já provou que não desiste fácil, falou boas verdades na cara dos pais e ao final contou com a força de todas as nadadoras.
        Enquanto Cathy tinha suas dificuldades no novo trabalho. Paul fazia o seu chefe urinar nas calças na tentativa de ajudar um colega de trabalho a ser promovido. Ai meu Deus, só falta ele perder o emprego.
        Como se todo o sufoco de manter seus empregos, Cathy e Paul ainda tem que lidar com o nojentinho do Adam. O garoto está cada vez mais insuportável e eu já odeio toda cena que ele aparece, principalmente quando grita com a Cathy. O idiotinha ainda queria ter razão depois de ter infectado a família toda. FALA SÉRIO!
        Foi bem feito a Cathy ter arruinado o relacionamento dele. Ele merece morrer sozinho e com os chatos da prostituta.
        Até a próxima!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

[Reviews] Sirens 1x06: Cry [Season Finale]


Choro, o mecanismo que o nosso corpo criou para nos proteger da angústia. São vários os motivos pela a qual choramos: dor, alegria, saudade, tristeza, etc. E não há palavra mais propícia para descrever esse último episódio de Sirens.


Desde o primeiro episódio de Sirens que Stuart é caracterizado como um personagem melancólico, antissocial e com uns traços de psicopata – mas sem a vontade de estrangular garotas com meia de nylon (palavras do próprio). Essas características surgiram em sua infância, com a conturbada relação com o pai. Depois que a madrasta conta pra ele sobre a morte do pai, ele tem a atitude mais coerente com sua personalidade: não derramar uma lágrima sequer, porque, afinal de contas, o pai dele era um total babaca com ele.
Se fosse outra pessoa, depois da notícia, estaria chorando horrores, mas para Stuart o pai tinha morrido faz tempo. Mas Stuart não é insensível, muito menos burro, e sabia que a única maneira de enterrar o pai de vez seria aceitando a “nova” morte do pai, e para isso teria que reviver os últimos momentos dele. O primeiro passo que Stuart toma é visitar a casa do pai, chegando lá ele descobre que tem um meio-irmão, o nome do moleque também é Stuart. Aqui vemos uma jogada muito inteligente dos roteiristas, o mini-Stuart é exatamente isso, uma versão mais nova do Stuart, porém bem mais adulta (para uma criança) e confiante. Na verdade o mini-Stuart é uma mistura do Stuart com o pai.
Os dois ficam amigos rápidos, e o Stuart chega a conclusão que o pai dele, ao repassar o nome Stuart para o irmão, tava tentando ser um pai totalmente diferente, na verdade tava tentando ser tudo aquilo que ele não foi para o Stuart. São esses momentos de conversa entre os dois irmãos que tornaram esse episódio tão marcante, foi muito legal ver como o mini-Stuart ajudou o Stuart a perceber a realidade que o próprio negava ver. Primeiro, o mais óbvio, a paixão dele por Maxine. Ele até foi onde ela se declarar, que pena que não saiu do jeito que ele esperava, pois ela depois da declaração, escolheu continuar com o bombeiro, mas isso provavelmente é temporário, pois tá na cara que ela gosta dele também. Outra coisa que o mini ajudou Stuart a perceber, que esse jeito dele ser, e de nunca chorar, nada mais é do que um proteção, uma barreira, que ele criou, e se ele quiser chorar novamente, ele precisa quebrar essa barreira. É tão engraçado esse momento, porque a gente tem a sensação de que Stuart sempre foi assim, é difícil perceber que os traumas do abandono, rejeição, problemas de intimidade foram mais do que suficiente para transformar o Stuart nesse personagem que ele é hoje.
Enquanto o Stuart lida com seus fantasmas interno, o Ashley fica preso em um relacionamento um tanto quanto vulnerável. Tudo bem você conhecer alguém no bar, depois levá-lo para casa e ir “pros finalmente”, mas o problema tá quando esse alguém não quer mais sair de sua casa, você praticamente casou com ele e não sabia. E foi exatamente isso que aconteceu com o Ashley, o cara não queria mais sair da casa dele. Conversando com o Ryan, o amigo policial de Maxine, o Ashley percebe que o cara que tá na casa dele tá se aproveitando de sua “vulnerabilidade”, e ele precisa dar um fim nesse relacionamento forçado. A maneira que ele expulsa o cara de casa foi bem legal, ele simplesmente fala que foi bom enquanto durou, mas que o cara precisa sair, que apesar dele parecer patético e solitário, as aparências enganam, e que na verdade ele é o cara que tem a vida menos “fudida” que ele conhece.
O Rachid também lida com o seu próprio drama nesse episódio, ele tava com medo de ser transferido e de perder os amigos que ele tanto se apegou. Esse foi o plot mais bobo do episódio, pois sabíamos que o Rachid não seria transferido e que ele continuaria ao lado dos amigos, caso contrário não teríamos uma segunda temporada (eu to confiante que terá esse segunda temporada). Mas apesar desse plot fraquinho, ele desempenhou um papel muito legal no episódio, ele foi um verdadeiro amigo pro Stuart, e o ajudou na hora que ele mais precisava.
Voltando para o Stuart, ele só iria no funeral do pai, caso conseguisse quebrar a barreira sentimental e pudesse chorar no funeral. E ele só consegue quebrar a barreira quando ele viu uma fita cassete que o pai o deixou. No vídeo mostrava ele e o pai enterrando a cachorra de Stuart, e nesse momento triste o pai vira pra ele e dá um beijo na cabeça do filho, foi nesse momento que o Stuart percebe que o pai não foi um completo idiota, ele tinha seu lado bom, e também foi nesse momento que eu chorei (rs, eu confesso isso). Agora ele tinha que ir para o funeral, mas quem disse que ele chegava nesse funeral? Tudo tava conspirando pra ele não chegar lá. Ele e o Ashley estavam dentro da ambulância tentando chegar no velório, mas eles pegaram um engarrafamento, até que o Rachid aparece em outra ambulância e leva os dois até o velório, chegando lá, a Maxine já o esperava com um terno. Infelizmente ele tinha chegado tarde demais, e o velório já tinha acabado, mas isso não o impediu de demonstrar toda a tristeza que tava sentindo, e em umas das cenas mais legais, Stuart sobe na ambulância e começa a tirar a roupa e a chorar, vivendo de sua maneira o luto pelo o pai.
E dessa maneira, Sirens fecha com chave de ouro uma temporada incrível e impecável, nos deixando com um gostinho de quero mais. Eu preciso fazer uma ressalva aqui: se você quer um seriado pra rir e pra se emocional, Sirens é perfeito pra você, na verdade ele vai muito além disso. Não tem como você ver essa série e não se apegar com ela, os personagens e suas histórias nos ensinam lições de vida. Que pena que só tivemos seis episódios, mas tudo que é bom dura pouco, não é verdade? Mas os seis episódios e os 45 minutos de cada, valeram cada segundo, agora só nos resta esperar por uma segunda temporada. Até mais pessoal.

[Reviews] Switched At Birth 1x09: Paradise Lost



 Relacionamentos já são complicados. Por que dificultar mais ainda?


No episódio dessa semana, Regina teve que lidar com as consequências de ter falado a verdade. Sinceramente, achei tudo fácil demais no final, mas vamos pelas partes:

Na semana passada, fiquei extremamente irritado com Daphne. Claro, a mãe dela mentiu sobre uma coisa muito importante, mas a sujinha ruiva poderia muito bem ter apreciado que Regina fez um esforço durante o tempo todo, principalmente quando ela teve menegite, para cria-la direito. Ter dito que ficou totalmente irada com a mãe por causa da troca foi extremamente egoista.

Com o passar desse episódio, percebi que, na verdade, Daphne estava com medo de perder tudo o que ela conhecia, seu lugar no mundo. Além de simbolicamente perder a pessoa que ela considerava como a motivação, ancora da sua vida. Porém, há reflexões a serem feitas: Como as coisas teriam sido se eu realmente fosse criada pelos Kennishes? Será que eu ia acabar surda? Será que eu ficaria tão feliz e satisfeita como estou com Regina?

Bay, por outro lado, sempre é a drama queen. Eu concordo que ela precisa lidar com o fato que a mãe sabia da sua existência e nunca tentou nada. Errada. Ela tentou ajuda-la em um recital a muitos anos atrás. De qualquer forma, Bay afirma que sempre se sentiu 'excluída', e acha que se Regina a tivesse tomado de volta, ela não se sentiria assim. O que me irrita mesmo é que ambas viveram uma vida maravilhosa, mesmo não sabendo a verdade. Parece que elas se esqueceram disso, por enquanto.

Kathryn, que devia ter virado uma fera por causa disso, foi a salvação do episódio e da festa de aniversário das garotas que, obviamente, foi a BALADA do ano. O desconforto de todos era palpável, como se fosse algo 3-D.

Emmet e Bay continuam a viver um amor bandido. Melody, como sempre, foi ótima e trouxe uma ótima reflexão: relacionamentos já são difíceis. Por que dificultar mais ainda? O fato é que, Emmet já devia ter aprendido a falar faz séculos e ter contado sobre o seu relacionamento para Daph. Agora, a sujinha quer fazer coito com o garanhão e Bay não será chamada para compor a orgia. Foi bonitinho o que Emmet fez para a latina. Agora, como, eu não sei. Sinto que ele não possui outras habilidades, além de digir uma moto, tirar fotos e participar de um triângulo amoroso. Paradoxo mesmo foi Bay correndo da polícia, pois os dois estavam vandalizando e ainda reclamou, pois não conseguiu uma única coisa que não fosse arruinada por outros. (!!!).

John não consegue de jeito nenhum perdoar Regina e até o ruivo-sujo tentou fazer o pai perdoar a nova adição à família Kennishes: já que obviamente, vai rolar uma pedofilia nos próximos episódios, entre Regina e Toby. Falando nisso, o episódio da semana que vem é o último deste ano. A ABC Family decidiu dar sinal verde para a produção de adicionais 22 episódios. Pena que veremos esses só ano que vem. 

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sábado, 23 de julho de 2011

[Reviews] Pretty Little Liars 2x06: Never Letting Go


“My dresses, my games, my rules."


        Depois de uma seqüência de episódios movimentados. As mentirosinhas pisaram no freio e nos trouxeram um episodio um tanto chato e sem graça. “Never letting go” se resumiu ao desfile com direito a homenagem a Alison. E se não fosse essa homenagem o episodio seria um porre total.
        E por falar no desfile. Tudo muito lindo. As meninas estavam impecáveis. E eu adorei tudo que vi, inclusive o vídeo em homenagem a Alison com um toque especial dado por “-A”.
        Bom todo mundo já podia imaginar que o desfile não ia ser perfeito. E quando tudo começou, eu já fiquei na expectativa de que “-A” iria melar o show. E melou legal!


        A cena do vídeo em homenagem a Alison que foi adulterado por “-A”, foi o que teve de melhor no episodio. Alias foi isso que não fez o episodio ter sido um desastre total como já falei.
        Alguém ai acha que o Noel teve algo haver com o ocorrido, sendo que ele era o DJ no comando? Bom, eu começo a acreditar que ele esteja trabalhando ao lado de “-A” ou talvez tenha sido apenas coincidência. Pois bem, e conclusão, “-A” está cada vez mais cretina. Rs.
        Jessica DiLaurentis está de volta a Rosewood. E logo estava almoçando com as meninas em clima bem amigável. Foi estranho, porem bacana da parte dela, dar para as meninas alguns vestidos de Alison para que usassem no desfile.


        Agora estranho também é esse envolvimento dela com o pai da Spencer. O que tanto eles cochicham? Será que é só por causa do Jason ter voltado? Acho que tem mais coisas ai.
        Spencer teve de aturar as frescuras da fresca Mona. Cá entre nós, ô garota irritante. Eu estava torcendo pra Spencer dar logo um corretivo nela. Até que toda essa chatice da Mona fez com que a Spencer treinasse seu lado bem humorado. As ironias e as caras e bocas dela quando a Mona bancava a mandona, eram ótimas. Ri muito.
        E a Hanna hein? Será que só eu não estou entendendo ela? Afinal ela quer ou não que os pais voltem a juntar as escovas de dentes? Em um episodio ela apaga a mensagem da noiva do pai e no outro ela faz pirraça? Ah eu sinceramente não entendo a Hanna. Deixa os pais serem felizes ué. A Hanna anda meio sei lá. Nem do Caleb ela quis sabe no episodio. Depois de ter agarrado o garoto no episodio passado, não quis nem papo com ele nesse episodio. Hanna é uma incógnita.
        Aria está ficando bem amiguinha do Jason (Cadê o Ezra?). Em meio a flertadas e discussões até que eles formam um casal bonitinho, não acham? Só assim pra ver se a personagem fica mais interessante, por que ultimamente os plot’s da Aria andam tão sem sal.


        Emily com ciuminhos da Samara que apareceu com uma amiga de mãos dadas no desfile (amiga que senta no colo, oi?). Mas também o que a Emily quer? Que a menina fique sentada esperando a Emily assumi-la? A fila anda filha. E digo mais, se a Emily ficar nessa frescurinha de não querer nada sério, vai acabar perdendo a namorada pra outra.
        E por falar na Emily, ela vai ficar sozinha em Rosewood, já que ela convenceu a mãe a ir ficar junto do pai no Texas.
        Ao final vimos que “-A” comprou botas. E pra quê ou pra quem? Ninguém sabe. O jeito e esperar o próximo episodio e ver o que “-A” está tramando agora.
        Até a próxima!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

[Reviews] Switched At Birth 1x06/07: The Persistence Of Memory/ The Stag Hunt



 Switched At Birth nos apresenta dois episódios memoráveis, bem longe de qualquer novela Mexicana. 

O 6º episódio mostrou a busca de Bay por seu pai, se aliando a Emmet, enquanto Daphne lidava com as consequencias de tentar ser uma garota comum. Bay e Emmet possuem uma química perfeita. Imagina como seria ela caso ele de fato, falasse. Os dois precisam ser os novos namoradinhos da série, seria a coisa mais fofa de se ver.

Daphne quase foi atropelada e ainda colocou fogo na aula de culinária, na escola dos riquinhos. Kathryn fica tentando fazer com que Daphne sempre se sinta o mais normal possível. Sendo surda, isso é algo que provavelmente nunca irá acontecer e tentar mudá-la é algo nojento, pois todo mundo precisa aceitar cada um pelo o que é. Regina mostrou isso para ela e ver aquela cena em que as duas finalmente se conectam foi emocionante.

Enquanto isso, Toby, ou melhor, o irmão-figurante, ainda está lá com seus problemas das cartas e para melhor a situação, além de ser um viciado em jogos, é viciado em tirar A na escola, custe o que custar. Obviamente, o problema dele continua acontecendo pois, aparentemente, seus pais sempre o ajudam mesmo sabendo que isso é errado.

John, por outro lado, ainda está com o processo contra o hospital na cabeça. Ele não pensa em mais nada, pois finalmente nesse episódio, ele parou de monopolizar Daphne. Porém, tenho certeza que o hospital de fato achou algo para conseguir ir a julgamento. Não duvido que há muitos esqueletos escondidos dentro de vários armários, principalmente no de Regina. Quero logo descobrir o que foi encontrado e o que certas pessoas estão escondendo.

No sétimo episódio, minhas preces foram atendidas. Emmet e Bay finalmente tiveram um momento (mesmo que esse momento é uma dancinha estranha) e depois se beijam e Toby finalmente virou mais do que um simples figurante.

Regina descobriu que era amiga de Kathryn pois a última decidiu virar uma super empata-foda, fazendo com que Regina parasse de fornicar com Bruce. Momento vergonha quando a ruiva-mor decidiu ’agarrar’ a própria filha.

Daphne não queria, de jeito nenhm, encontrar com o suposto pai. Ele foi embora quando ela tinha 2 anos, como ela ia lembrar de algo, de qualquer jeito? Mas mesmo assim, o momento entre Emmet e Daph foi memorável. Daphne estava achando, durante todo esse tempo, que seu pai foi embora pois ela tinha ficado surda. Não sei se Regina está mentindo falando que não foi isso que aconteceu, mas é provavel que na verdade, foi isso que aconteceu.

John realmente é uma pessoa muito insistente. Ele praticamente passou o episodio inteiro correndo atrás do suposto amigo, só para descobrir que na verdade, o que hospital tem de novidade, é sobre Regina. Que choque. Claramente seria algo dela, pois ela é uma latina e eles gostam de esconder certas coisas.

Passando para um assunto menos previsível, finalmente os pais de Toby e Bay decidiram deixar ele sofrer com as consequencias de ter roubado a prova mas, outra vez, ele ficou inpune, já que o amigo Wilke decidiu levar a culpa pelo ocorrido. Regina precisou aparecer para colocar algum juízo dentro da cabeça do ruivo, já que ninguém mais estava conseguindo e só assim, ele resolveu virar um homem, confessando-se para o diretor.

Achei curioso quando Regina disse que o serviço social tentou tirar Daphne dela. As vezes eu me esqueço que ela é uma alcoolatra, já que isso não é muito aproveitado na série. Gostaria de saber mais sobre o passado da latina. E finalmente, minha dúvida foi tirada: Regina não tenta conhecer Bay pois ela já estava perseguindo a menina fazia séculos!

[Reviews] True Blood 4x04: I'm Alive and On Fire



Então fica a dúvida: numa briga, quem ganharia, Alcide ou Eric? Eu coloco minhas aposta no lobisomem delicinha.

 No episódio, Eric estava completamente bêbado após ter drenado o sangue da fada madrinha de Sookie, enquanto estava numa puta crise existencial, com direito a muitas cenas shirtless e ainda mais, querendo penetrar a Sookie. Enquanto isso, Jason finalmente para de ser estuprado e consegue fugir da nave-pantera, enquanto O Clube Dos Três tentam reverter o feitiço que Marnie lançou em Eric.

Devo comentar que ver Eric fora de si continua sendo uma delícia, aliás, ele é uma delícia. De qualquer forma, True Blood fez um episódio no qual o orçamento foi bem baixo já que teve falta de figurino para metade dos atores durante o episódio inteiro. Alcide e Eric brigando. Enquanto Alcide está com o shalong dele de fora foi ótimo, principalmente com Sookie morrendo de medo de algum jacaré morder o shalong de Eric antes dela aproveita-lo sozinha. Então fica a dúvida: numa briga, quem ganharia, Alcide ou Eric? Eu coloco minhas aposta no delicinha lobisomem. Aparentemente, além de possuir  o melhor corpo, possui o maior instrumento também. Precisamos de mais episódios desse tipo e principalmente, Sookie podia logo passar a mão naquele lobisomem, para vermos como é a situação down under.

Não teve como levar a sério toda essa situação com Jason. Ele tem um corpo bom, com certeza certas pessoas gostariam de amarar ele numa cama e fazer ele de escravo sexual quantas vezes quiserem. Colocaram uma criança lá e daí? Todo mundo sabia que ela não ia querer transar com o loirinho naquele estado. Crystal é uma pessoa muito doente… além de ficar participando da parte promíscua da série e também da cota de nudez, ela ainda fica achando que Jason está delirando quando ele, com uma lança, ameaça a vadia e fala que ela foi a pior coisa que aconteceu para ele. Expliquem-me como alguém não percebe os sinais de um final de relacionamento? Relacionamentos 101 para Crsytal descobrir.

Sam ficou brincando de casinha de Barbie enquanto Tommy é brutalmente sequestrado, no final do episódio. Jessica e Hoyt não apareceram direito nesse episódio, só serviram para salvar Jason, que provavelmente NÃO vai virar uma pantera. Algumas tramas são tão previsíveis que se eu acertar alguns chutes, posso jogar na loteria e ainda ganhar. O bebê de Arlene realmente deve ser do mal. E além de ser do mal, possui uma coordenação motora assustadora.

Falando nisso, Sookie mostrou quem estava no comando, tentando fazer Bill não entrar em sua casa. Tudo bem que realmente ela nunca deu nenhum motivo para ele desconfiar da safada, mas o pior é ela mentir na maior cara de pau. Certeza que ela só fez isso pois queria logo voltar pra lá e agradar o Eric, beijando-o. As Bruxas de Salem finalmente fizeram um estrago e ainda fez em Pam. Obviamente, aquele feitiço não iria pra frente, principalmente depois de descobrir que o espírito que está controlando Marnie deve ser, de fato, a bruxa do massacre Espanhol. Tomem cuidado, vampirinhos, vejo um sol por aí.

Bill descobriu que estava trepando com uma familiar. Ele conseguiu um prêmio de consolo por perder a Sookie só para depois ser totalmente broxado pois agora precisa achar outra maluquinha para o coito. Senti falta de épisódios assim de True Blood, cheio de nudez, palavrões, mortes e histórias divertidas. Todo mundo ama a série por causa disso, certo?

quinta-feira, 21 de julho de 2011

[Reviews] Rookie Blue 2x04: Heart & Sparks


Não tão bom quanto os anteriores, mas bom assim mesmo.


        Chega de elogiar Rookie Blue, pois afinal todo mundo sabe que a série vai muito bem obrigada. E ainda mais agora que está oficialmente renovada. Então nada de puxação de saco inicial, vamos falar do episodio.
        Confesso que achei o episodio meio sonolento, mas teve lá seus momentos de ação e emoção. Luke está se recuperando do tiro. E enquanto o dia de sair do hospital não chega, só o que ele tem a fazer é reclamar, reclamar e reclamar. Nem a boa vontade de servir de muleta da Andy melhorou o humor do detetive. Mas agora foi só a Jo aparecer por lá que ele ficou só sorrisos e brincadeirinhas. Isso está muito errado hein. E se antes a McNally estava super segura e confiante. Após ver o Luke cheio de graçinhas com a Jo, pode-se dizer que a confiança foi pelo ralo, não é?


        Gail e Epstein: Um caso de amor e ódio. Os dois seguem com as implicâncias um com o outro. Já são dois episódios seguidos que a Peck leva a melhor. Coitado do Dov, que teve de ficar chamando a Gail de “demais!” o episodio inteiro, depois de ter perdido em um jogo para ela. Essa implicância toda entre os dois vai acabar dando problemas para o Chirs (alguém pode escrever isso ai?). A trama já tem quase um quadrado amoroso. Agora pode ter triangulo também? Ô povo apaixonado o dessa série hein.
        Que triste esse problema da Noelle não poder engravidar. É uma historia bem interessante. Eu achei que haviam esquecido na temporada passada.

 

        Nash e Jerry estão de brincadeiras novamente. Só que não é nada oficial, pois ela está morando com o pai do filho. Agora é isso que eu não entendo. Ela está morando com o pai do filho, mas eles não tem nada um com o outro (pelo menos é o que ela diz), então por que diabos ela não fica com o Jerry de uma vez? Sinceramente, essa historia da Nash é a menos interessante da série.
        Ah gente, o que foi o Sam surtando enquanto a Andy estava em perigo na missão? O pior é que ele não conseguiu nem disfarçar que estava apavorado por ela está naquele lugar que podia desmoronar a qualquer momento. Se por um lado a Andy tem que abrir o olho, por outro o Luke tem que fazer o mesmo, já que no final Andy deixou claro que ainda tem sentimentos por Swarek.
        Até a próxima!

ps: Que lindo o cachorrinho que o Chris escondeu no casaco.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

[Reviews] Spartacus - Blood and Sand: Season 1


 "Spartacus: Blood and Sand" é um apelo à sua luxúria por sede de sangue e a outra luxúria mais comum: sexo. Qualquer um que tenha um problema com a violência, nudez, sexo, palavrões ou qualquer outra coisa digna de Rated-R, deve parar agora. Criado por Steven S. DeKnight, estreiou em janeiro de 2010 em um pequeno canal por assinatura dos EUA, Starz.


A série é vagamente baseada no pouco que se sabe sobre o guerreiro Spartacus antes de seu papel na Guerra do Gladiador contra a República Romana. É uma história de origem de um super-herói definido na Roma Antiga, se você achar melhor. Spartacus (Andy Whitfield) é um homem livre que cruza com um líder de um exército romano errado, é separado de sua esposa Sura (Erin Cummings) e condenado a morrer pela mão de gladiadores. Quando ele venceu todos os quatro de seus adversários, no entanto, um dono de um ambicioso ludus (escola de gladiadores) decide comprá-lo na esperança de transformar Spartacus em um bem-sucedido e lucrativo lutador.

A série inicialmente se sente como uma homenagem e uma tentativa de superar "300".Além de usar tecnologia de tela verde, "Spartacus" abraça os mais primórdios comportamentos: violência e sexo. O primeiro episódio se mantém em um ritmo acelerado: Abre com uma luta de gladiadores, move-se para uma cena de sexo em seis minutos, segue com uma grande batalha, uma luta do punho, cenas de sexo e mais dois ...bem, você sabe como é. Se lutas fossem orgias, "Spartacus" é o lugar para todas elas. Tudo nas lutas é exagerado ao extremo, dando total veracidade ao que é proposto. Aquela tecnologia super moderna usada em "300", aqui, é pré-Jurrasic Park.

Algumas cenas são tão fortes que me fizeram revirar o estômago algumas vezes e vomitar mais cedo do que o normal. De certa forma, isso ajuda os telespectadores se identificarem mais com os romanos que afluíram para as arenas para assistir as lutas desumanas dos gladiadores. Os guerreiros são tonificados, andando com cara de machão, com o menor figurino da TV além das strippers de "Las Vegas", pedaços talentosos e gostosos de carne andando por aí, preparados para mandar tudo para um açougue. Você sabe, entretenimento.

 
  Whitfield tem todos os bens para fazer um Spartacus admirável. Fisicamente, ele é crível como um lutador sexy, corajoso e ágil. A humildade e humor em sua atuação dá à Spartacus a dose de humanidade que precisamos para nos identificarmos com ele, um herói. Ele possui uma força bastante tranquila.

Os personagens foram bem construídos, até os coadjuvantes, que às vezes aparecem só para exibirem o físico. Praticamente todos naquela série são duas caras, e sinceramente, até três caras. A história começa forte nos dois primeiros episódios mas se perde um pouco a partir do terceiro e volta no seu rumo no sétimo. Nada para se preocupar... a qualidade da série continua altíssima, porém, o roteiro se torna escasso e as vezes, desnecessário. Haverá sexo, e como! Em um só episódio de 56 minutos, provavelmente 20 são só de cenas de sexo. E não são cenas de sexo normais, como geralmente acontecem em outros programas bastante quentes: aqui, a nudez frontal acontece, tanto nas mulheres.. como nos homens.

Eventualmente, a série abre caminho para o enredo apenas o suficiente para dar aos nossos pobres olhos um breve descanso. Há um pouco de manobras políticas, rivalidades ferozes, o exame da escravidão versus livre arbítrio, ludus, trotes e até mesmo romance. Na verdade, o coração da série é que Spartacus deseja recuperar sua esposa, e por isso ele deve se tornar um gladiador lendário para ganhar vantagens com seu dono. Mas todo mundo já sabe como acaba.
Alguns pontos devem ser destacados: Foi necessária a transformação de Spartacus para um guerreiro frio e calculista, algo que ele não era no começo. Antes, ele se importava somente com uma coisa, e não aceitava de forma alguma, ser um 'escravo'. O seu dono percebeu o tanto de potencial que ele possuía, mas quem duvidava que  Sura apareceria já a quase sete palmos da terra? Crixus é outro que possui um orgulho idiota e por isso eu o coloquei como pior personagem. A atuação não foi convincente o suficente para me fazer importar quando ele levava chicotadas, e sinceramente? Podia ter matado ele logo. Achei engraçado também, a eterna Xena (Lucretia) não ter pensado direito em toda a situação e, além de tudo, achar que seu marido era tão burro a ponto de não perceber que o motivo pelo qual ela ficava com bom humor pela manhã era porque na noite anterior, sempre havia um enorme coito com seu escravo.
 Essa história de escravo se apaixonando por pessoas proibidas é totalmente clichê, mas aqui, deu bastante certo. Eu gostaria muito que o Spartacus, ainda nessa temporada, tivesse finalmente aceitado o corpo de Mira e aproveitado o momento naquela celinha dele. Não posso deixar de comentar como foi triste a saída de Varro da série: morto pelo melhor amigo, ou melhor, seu próprio irmão. E tudo por causa de uma criança que gostou de ter sido deflorado pela loira-piranha, que ainda ficou pulando pra lá e pra cá, trepando com Spartacus (Ela gostou daquilo, eu tenho certeza). Mas aquela cena após o coito interrompido foi bastante tensa e mostrou que piranha, ela só é na cama.
Eu possuia bastante simpatia por Lucretia no começo, e no final, quando ela percebeu o tanto que o seu marido era vingativo e velho. Ela possui muito tesão dentro dela e duvido que aquele escravo ia aguenta-la por mais uma temporada. Eu percebi que a mulher de Varro era bonita, mas precisava colocar ela lá dentro da villa para fazer nada? Só serviu para usar uma roupa bonita no final enquanto matava uma criança de 15 anos.
Pelo fato de que o primeiro episódio se passar em vários cenários o resto da temporada sempre era em um lugar só, fez a série ficar meio monótona em relação ao cenário. Porém, eles conseguiram diminuir o meu sono, com muita violência e bastante sexo.
Enfim, o canal Starz apostou bastante nessa nova série: as filmagens foram na Nova Zelândia, com orçamento multimilionário. Durante os 13 episódios, não dá para perceber que, na verdade, a maioria das cenas foram feitas em tela verde. Infelizmente, não aconteceu uma segunda temporada, pelo estado de saúde do protagonista. Dessa forma, foi feita um pre-quel de Spartacus, intitulado "Spartacus: Gods Of The Arena". Agora, foi confirmado que haverá uma segunda temporada, com um novo Spartacus. Espero que esse novo consiga chegar a altura do antigo. A série é a melhor série histórica da atualidade. Eu me apaixonei pela série e acho que você irá também.

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